Da Ascom da SEA
Dou-lhe às boas vindas
Terra, Nosso Lar
A humanidade é parte de um vasto universo em evolução. A Terra, nosso lar, está viva com uma comunidade de vida única. As forças da natureza fazem da existência uma aventura exigente e incerta, mas a Terra providenciou as condições essenciais para a evolução da vida.
A capacidade de recuperação da comunidade da vida e o bem-estar da humanidade dependem da preservação de uma biosfera saudável com todos seus sistemas ecológicos, uma rica variedade de plantas e animais, solos férteis, águas puras e ar limpo. O meio ambiente global com seus recursos finitos é uma preocupação comum de todas as pessoas. A proteção da vitalidade, diversidade e beleza da Terra é um dever sagrado. (Carta da Terra)
Quem sou eu
domingo, 17 de outubro de 2010
Rio vai reciclar embalagens usadas de óleo lubrificantes
Descartadas, sem qualquer tipo de utilidade e, muitas vezes, em locais inadequados, as embalagens usadas de óleo lubrificantes terão, a partir de agora, destinação ecologicamente correta: a reciclagem. A secretária estadual do Ambiente, Marilene Ramos, o presidente do Inea (Instituto Estadual do Ambiente), Luiz Firmino, o vice-prefeito e secretário Municipal de Meio Ambiente, Carlos Alberto Muniz, e o vice-presidente executivo do Sindicom (Sindicato Nacional de Empresas Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes), Alísio Vaz, lançaram hoje (30/07) o programa “Jogue Limpo” em cerimônia, no auditório da Confederação Nacional do Comércio, no Centro do Rio. A estimativa do Sindicom é efetuar a coleta e a reciclagem, só no Rio de Janeiro, de dois milhões dessas embalagens até o final do ano.
A secretária do Ambiente, Marilene Ramos, ressaltou a importância da iniciativa para a preservação ambiental do estado, pois esse tipo de embalagem leva até 400 anos para se decompor na natureza. “Quero parabenizar o Sindicom por essa iniciativa, o que reforça a sua responsabilidade pós consumo. O resíduo plástico é um dos principais passivos ambientais, devido ao tempo que leva para se decompor. Além disso, as embalagens plásticas são responsáveis por provocar obstruções de cursos e nas redes de escoamento de águas quando não corretamente descartadas”, disse ela.
O Programa “Jogue Limpo” estabelece sistema de logística reversa de embalagens plásticas de lubrificantes pós-consumo, patrocinado pelos fabricantes, importadores e distribuidores de lubrificantes. A coleta será feita na cadeia de revenda do produto e as embalagens serão transportadas em veículos especiais para centrais de recebimento. Nessas centrais, as embalagens receberão tratamento inicial, sendo transformadas em fardos e encaminhadas para empresas recicladoras licenciadas.
Segundo o vice-presidente executivo do Sindicom, Alísio Vaz, o programa foi lançado em 2005 no Rio Grande do Sul, onde a coleta em todo o estado encaminha para a reciclagem cerca de 12 milhões de embalagens por ano. O bem sucedido programa foi estendido para os estados do Paraná e Santa Catarina, município de São Paulo e, agora, no Rio de Janeiro. “A nossa meta é reciclar, até o final do ano, 24 milhões de embalagens usadas de óleo lubrificante em todos esses estados,. O Brasil movimenta 1 milhão e 250 mil toneladas de embalagens plásticas por ano, sendo que 2% destas embalagens são utilizadas para condicionar óleo lubrificante”, afirmou Alísio Vaz.
O programa dispõe também de alto nível tecnológico nos caminhões de coleta, com balanças eletrônicas e sistemas de GPS e GPRS que geomonitoram todo o percurso do veículo e transmitem informações online de pesagem do material reciclável para a gerenciadora e para o site do programa. Dessa forma, os órgãos ambientais mantêm controle contínuo da quantidade de embalagens coletadas e encaminhadas para a reciclagem.
Há muitos projetos de lei sobre embalagens em geral no país, mas o Conama, que já emitiu a Resolução 362, regulando a coleta e o re-refino do óleo usado, atua agora na produção de uma resolução sobre as embalagens plásticas usadas dos lubrificantes, com participação dos governos estaduais, da indústria e das revendas, que, com o programa “Jogue Limpo” se antecipam à legislação.
Da Ascom da SEA
Flora brasileira ganha lista
A Lista de Espécies da Flora do Brasil está disponível para acesso pela internet, com informações sobre mais de 40 mil espécies da flora brasileira, divididas em angiospermas, algas, briófitas, pteridófitas, gimnospermas e 3,6 mil fungos.
A lista é resultado do trabalho de cerca de 400 taxonomistas de instituições de pesquisa brasileiros e está inserida nas metas da Convenção sobre a Diversidade Biológica (CDB), que compreende, entre seus compromissos, a implementação da Estratégia Global para a Conservação de Plantas (GSPC).
A GSPC tem o objetivo de facilitar o consenso e a sinergia nos níveis global, nacional, regional e local para impulsionar o conhecimento e a conservação de plantas.
Das 16 metas estabelecidas pela GSPC, a primeira é a elaboração de uma “lista funcional amplamente acessível das espécies conhecidas de plantas de cada país, como um passo para a elaboração de uma lista completa da flora mundial”.
A elaboração da lista foi coordenada pelo Jardim Botânico do Rio de Janeiro, em parceria com o Centro Nacional de Conservação da Flora (CNCFlora). O sistema de informação foi desenvolvido pelo Centro de Referência em Informação Ambiental (Cria).
A intenção é que a lista seja atualizada periodicamente para incluir novas espécies e mudanças taxonômicas.
Lava-jato sustentável no Rio
Á água é um recurso natural finito, cujo uso requer parcimônia e muitos cuidados para evitar desperdícios. Economizar água se tornou uma verdadeira obsessão para todos os setores produtivos, governos e cidadãos. A sustentabilidade é meta de todos e para alcançá-la nem sempre é preciso partir de iniciativas dispendiosas e arrojadas. Pequenos exemplos e iniciativas, como a adotada por um posto de gasolina da Petrobras Distribuidora, no bairro Barra da Tijuca, na capital fluminense, podem ser de enorme eficácia.
Há três semanas, o posto inaugurou seu segundo serviço pioneiro no país, em termos da utilização de energia solar. Trata-se da instalação de um sistema fornecedor de água aquecida pelo sol para a lavagem de veículos. O primeiro foi o carregamento de baterias de carros elétricos, movidos a energia solar.
Essa iniciativa reduz pela metade a quantidade de detergente e em 10% o volume de água por carro no lava-jato do posto. A água que jorra das mangueiras chega aquecida, entre 45 a 50 graus centígrados. O aquecimento é feito por placas solares, fabricadas no Brasil, sem causar emissão de poluentes. A água quente desengordura melhor a superfície dos carros do que a água fria com detergente. E no processo de enxágüe, pelo fato de envolver menos detergente, gasta-se menos água.
“Essa é uma novidade tecnológica e ambiental, ao mesmo tempo”, diz Paulo da Luz Costa, gerente de tecnologia da rede de postos da Petrobras Distribuidora. “Temos orgulho de continuar na vanguarda das iniciativas ambientalmente responsáveis”, acrescenta. O investimento no sistema de água aquecida pela energia solar foi de R$ 40 mil e o retorno deverá ocorrer entre seis a oito meses, segundo ele. Sessenta carros são lavados por dia no posto. No total, o posto economiza cerca de 600 litros de água por dia.
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Foram necessárias apenas duas semanas para adequar o lava-jato à nova tecnologia. “A única mudança foi no local. As bombas têm que ser adequadas com peças de metal, no lugar das de plástico, para suportar a água quente”, explica o gerente. Os clientes estão satisfeitos com os resultados, segundo ele. “Excesso de detergente mancha a pintura”, justifica. Para lavar um carro nos moldes tradicionais, com água fria e detergente, são gastos cem litros de água, segundo pesquisa da Unicamp.
Foram necessárias apenas duas semanas para adequar o lava-jato à nova tecnologia. “A única mudança foi no local. As bombas têm que ser adequadas com peças de metal, no lugar das de plástico, para suportar a água quente”, explica o gerente. Os clientes estão satisfeitos com os resultados, segundo ele. “Excesso de detergente mancha a pintura”, justifica. Para lavar um carro nos moldes tradicionais, com água fria e detergente, são gastos cem litros de água, segundo pesquisa da Unicamp.
A rede de postos da Petrobras não fez propaganda a respeito do posto e serviços pioneiros. A notícia está se espalhando via boca a boca e pela mídia, segundo Paulo. Para os donos de postos de gasolina, a novidade é uma ótima solução. “A cada dia que passa, a legislação ambiental está mais exigente para com nossos clientes”, esclarece.
Empresários de postos de gasolina interessados em conhecer o sistema de aquecimento solar da água para lavagem de veículos podem ligar no Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC) da BR Distribuidora: 0800789001. Ou acessar o site www.br.com.br
Vanessa Brito, da Agência Sebrae de Notícias
Ass.imprensa Br Distribuidora : (21) 3876.5155
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